A decisão de taxar os depósitos inferiores a 100 mil euros em 6,75% e que aos que ultrapassem esse valor em 9,9%, assim como a retenção dos juros que seriam pagos por estas aplicações, impostas no âmbito do resgate a Chipre pode "no papel" fazer sentido, mas é uma "machadada" na confiança no sistema bancário com consequências devastadoras. O BdP já se pronunciou (e bem) sobre a matéria, mas o precedente está aberto. Uma corrida aos bancos para transferir o dinheiro aí depositado para "debaixo do colchão" é algo que dá muito que pensar.
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