domingo, 28 de fevereiro de 2010

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Música - Black Celebration

Depeche Mode ao vivo em 1986, album homónimo desse ano

Música - Little 15

Depeche Mode, album Music For The Masses (1988)

Filme - Os Três Dias Do Condor


Realizado em 1975 por Sydney Pollack, a partir de um livro de James Grady, foi nomeado para o Oscar de Montagem. Electrizante do principio ao fim, conta a história de Joseph Turner (Robert Redford), um obscuro funcionário de um obscuro departamento da CIA que um dia descobre que todo o seu departamento foi morto, sendo ele próprio um alvo a abater, sem ter a mínima noção dos porquês...Pollack é igual a si próprio (e isto é um elogio) num filme com (entre outros) Kathy Hale (Faye Dunaway), J. Higgins (Cliff Robertson), G Joubert (Max Von Sydow). A banda sonora de Dave Grusin foi nomeado para um Grammy.

EDP

Infelizmente volto ao assunto. O país está em alerta laranja devido ao mau tempo, e ontem a EDP afirmou que estava montado um plano, para evitar que se repetisse na região oeste o cenário do final de 2009. Na verdade (e são 3 da tarde) as faltas de luz são constantes...Uma empresa que gasta milhões em propaganda (perdão, comunicação...) e que não perdoa a quem não paga, ou se atrasa a pagar, não pode falhar da maneira que falha. Num outro país com regras mais claras, os "srs da luz" tinham que se chegar "á frente" para pagar os prejuizos que provocam, cá é bom que cada um pague a sua factura da luz (se não quizer ficar ás escuras ainda mais vezes)...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Música - Pink Panther Theme Song

Henry Mancini, tema de 1963

Música - Peter Gunn

Art Of Noise, album de 1986 In Visible Silence, o original pertence a Henry Mancini (1958)

Livro - O Simbolo Perdido


Odiado pela crítica, idolatrado pelos seus milhões de leitores, Dan Brown publicou este livro em 2009. A receita é sempre a mesma: Uma organização mais ou menos "misteriosa" (no caso a Maçonaria), um mistério aparentemente indecifrável (desta vez um misterioso código que pode alterar o destino da humanidade), muitos simbolos para decifrar (os quais o simbologista Robert Langdon vai desvendando), uma "mulher fatal", quase 600 páginas, capitulos curtos e resolução da história no menor tempo possível (menos de 12 horas no caso) e um final quase "anti-climax". Se é grande literatura? Não, se é profundamente viciante? Ninguém duvide. Por muito que custe a muitos, Brown é magistral no campo onde se move. Conta sempre a mesma história? Pois conta, mas (e salve as devidas diferenças) não filmou Hitchcock, sempre a mesma história?...

Dizer Futebol Clube Do Porto 17 Vezes em 4 Minutos Não é Para Todos...

Déjà Vu

Monty Phyton´s em 1970, num dos melhores quadros "non sense" de sempre

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Música - Human Behaviour

Björk, album de 1993 Debut

Música - Pull Me Out Alive

Kaki King, album de 2008 Dreaming Of Revenge

Libertar O Estado Do Jugo

Artigo de Henrique Monteiro
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Parece incrível mas é verdade, basta fazer as contas: um técnico superior da Função Pública no topo da carreira levaria mais de 20 anos a ganhar o mesmo que Rui Pedro Soares num ano. É isto normal?
O Estado português tem vindo a ser destruído. Os responsáveis são vários e encontram-se em todos os partidos que nos últimos 20 ou 30 anos passaram pelos governos. A questão não é, pois - e apenas - mudar este Governo, mas mudar a forma como o Governo pode interferir nas empresas privadas e no próprio Estado que tem por missão administrar.
O mais recente caso - referente a Rui Pedro Soares - é um escândalo, mas é apenas mais um, que se torna muito visível pela sua falta de currículo profissional e envolvimento em campanhas políticas. O que faz um homem assim na Comissão Executiva de uma grande empresa? Vá lá, todos sabem, ou pressentem a resposta.
Esse homem ganha, num ano, o que um técnico superior principal da Administração Pública (topo de carreira) leva 20 anos a ganhar. O próprio Presidente da República precisaria de oito anos no cargo - mais de um mandato - para juntar aquela verba...
Isto diz bem da consideração que existe pelo Estado: é chefiado por um homem que vale oito vezes menos do que um administrador da PT sem currículo e os seus quadros não valem sequer um vigésimo...
Por pagar assim, o Estado tem vindo a desertificar-se de competências. E os governos recorrem, cada vez mais - e escandalosamente, note-se -, a privados para desempenhar e ocupar as funções que deveriam ser de agentes do Estado. Só o proverbial desinteresse dos portugueses sobre o que é comum nos leva a aceitar como normal que funções do Estado sejam desempenhadas ou ocupadas por amigos do Governo, como Rui Pedro Soares e não por profissionais com provas dadas na Administração Pública. Um Estado forte e respeitado (e não desrespeitado e grande como o que temos) deve ter no seu seio pessoas capazes de desempenhar todas as funções necessárias, seja a de fazer pareceres e projectos, seja a de representar os interesses do Estado (ou seja, dos cidadãos) numa empresa em que existe uma golden share (que pessoalmente me parece dispensável), seja em administrações de empresas, fundações e institutos públicos.
Ao contrário do que pretendem certas vozes que se dizem de esquerda, não é o liberalismo que destrói o Estado. O que o destrói é esta falperra, esta falta de vergonha, que por todo o lado se vê. Os lugares da Administração Pública assaltados por amigos, os quadros da Função Pública a ganhar mal e certos políticos a beneficiar de tudo isto.
Libertar o Estado deste jugo que lhe é imposto por uma política irresponsável e destruidora do bem comum é imperioso. E não basta mudar de Governo, é necessário mudar o sistema.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Música - Angie

Um original dos Rolling Stones, aqui recriado ao vivo em 1992 por Tori Amos

Música - Circle

Edie Brickell and the New Bohemians, album de 1988 Shooting Rubberbands at the Stars

Propaganda Falsa Paga Com O Nosso Dinheiro



Este cartaz, profusamente distribuído em Lisboa é pago com o nosso dinheiro e é um exemplo mais de como o dinheiro dos contribuintes e dos munícipes lisboetas de há muito tempo é usado para alimentar as chamadas causas “fracturantes” e os grupos radicais que as suportam, na sua maioria ligados ao Bloco de Esquerda. Não é novidade nenhuma mas nunca vi uma discussão sobre os abusos do financiamento público que tivesse em conta esta realidade: o dinheiro dos contribuintes é usado para promover causas políticas em que a maioria não se revê, de organizações cuja contabilidade e accountability desconhece, deturpando a transparência da vida pública . Basta colar a uma organização qualquer o título de que luta contra a “discriminação” ou o “racismo” (o caso do SOS Racismo é outro exemplo de organizações do Bloco de Esquerda financiadas pelo dinheiro dos contribuintes) para se pensar justificado dar-lhes dinheiro público. No caso deste cartaz acresce que estamos a financiar uma mentira. A pergunta do cartaz é uma pura sugestão de falsidade e a resposta que sugere é pura e simplesmente falsa. “Se a tua mãe fosse lésbica, mudava alguma coisa?” Claro que mudava muita coisa, por boas e más razões, principalmente por más, mas reais. O cartaz no fundo está a dizer-nos, em nome da luta contra os preconceitos à volta da homossexualidade, que esses preconceitos não existem tornando inútil o cartaz. Ama a criança a sua mãe, seja lésbica, amarela, militante da “vida”, punk ou apenas mãe? Certamente que sim, mas não se fazem cartazes sobre os afectos. Existem ou não, o Estado não cura, ou não deve curar de os tornar em propaganda. No resto, a resposta séria tem que ser “muda” e nalguns casos muda muito, e esse é que é o terreno da discriminação. Aliás o cartaz tem implícita outra falsidade no modo de fazer a pergunta: porque não se pergunta “se as tuas mães fossem lésbicas, mudava alguma coisa?”, porque essa seria a situação que justificaria a pergunta. A mãe lésbica vive com uma mulher que na família é o quê senão a outra mãe, mesmo sem o nome nem a biologia? Ou pode viver com o pai, supostamente separado pelas preferências de género da mãe, ou, caso esta seja bissexual, em conúbio carnal, como se dizia? Pode no meio disto tudo nada “mudar” para a criança? Pode, muito excepcionalmente, mas nunca como a regra que o cartaz indicia com falsidade. Esta maneira pouco séria como se tratam questões de grande complexidade afectiva, cultural, social e societal, como se fossem (como são) “causas” de grupos, gera muitos mais problemas do que os que resolve. Mas que nos mintam com o nosso dinheiro para servir agendas radicais cujo alcance permanece obscuro, isso é pouco admissível.
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Artigo de José Pacheco Pereira

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Um Trabalho Notável

A Fundação Francisco Manuel dos Santos, presidida por António Barreto, lançou o Pordata, uma espantosa base de dados sobre "todos nós", desde hoje disponível para consultar quase tudo.

Música - Opening Title Sequence

John Williams, banda sonora de Catch Me If You Can

Filme - Agarra-me Se Puderes


Realizado em 2002 por Steven Spielberg, retrata a história do vigarista mais jovem e ambicioso da América. Entre 1964 e 1967 Frank Abagnale Jr (Leonardo Di Caprio) filho de um homem com problemas fiscais (Christopher Walken), foi co-piloto na Pan Am, Chefe da Pediatria num hospital, delegado adjunto do Ministério Público e falsificou cheques no valor de quase 4 milhões de dolares, isto antes de completar 19 anos, fruto da sua invulgar inteligência, mas também de enormes falhas...Carl Hanratty (Tom Hanks) vai ser o elemento do FBI que o vai deter em França. Condenado a 12 anos de isolamento numa prisão de alta segurança, vai ser "reintegrado" por Hanratty na unidade de crimes financeiros do FBI, tornando-se num dos maiores especialistas mundiais em fraudes com cheques, tendo criado muitos dos códigos de segurança utilizados hoje em dia. No elenco encontramos (entre outros) Martin Sheen, Nathalie Baye, Amy Adams. A Academia nomeou Walken na categoria de Actor Secundário e a Banda Sonora de John Williams, num trabalho que recolheu 10 prémios em 28 nomeações.

No Estado

pelos vistos, qualquer boy sem "ponta por onde se lhe pegue", pode ganhar muitissimo mais do que o PM e o PR...Não me peçam para achar normal a anormalidade...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Música - Mr Malcontent

Lloyd Cole com os Commotions um original de Mainstream (1987)



Johnny stumbles johnny falls
Under slogans
Off the wall
He sees where's the sense
He says call me mister malcontent
A waste of space and alcohol
Drinking rain and eating soil
And slogans off the wall
Cannot express himself at all
Cut off my nose despite my face
And i will not more longer wait
Or should i laugh or should i cry
Or should i part my hair behind...
...or should i laugh or should i cry
As i become all i despise

Música - There For Her

Lloyd Cole ao vivo em 1991, um original de Don´t Get Weird On Me Babe desse ano

Tragédia Na Madeira II

Visitei a ilha nos finais de 2007, e fiquei maravilhado (é ler o que escrevi na altura). O Funchal é uma das cidades mais bonitas que alguma vez visitei. Ver as imagens da devastação, saber que estão confirmados 42 mortos e que esse número pode não ser definitivo, saber que duas pessoas de quem muito gosto lá vivem, saber que os prejuizos são superiores a mil milhões de euros, é algo que me tira o sono. Meter baixa política nesta altura é algo de profundamente ignóbil.