domingo, 7 de dezembro de 2008

Música - Little Earthquakes

Tori Amos ao vivo



Yellow bird flying gets shot in the wing
Good year for hunters and christmas parties
And I hate
And I hate
And I hate
And I hate elevator music
The way we fight
The way Im left here silent

Oh these little earthquakes
Here we go again
Oh these little earthquakes
Doesnt take much to rip us into pieces

We danced in graveyards with vampires till dawn
We laughed in the faces of kings never afraid to burn
And I hate
And I hate
And I hate
And I hate disintegration
Watching us wither
Black winged roses that safely changed their color

Oh these little earthquakes
Here we go again
Oh these little earthquakes
Doesnt take much to rip us into pieces

I cant reach you
I cant reach you

Give me life, give me pain
Give me myself again

Oh these little earthquakes
Here we go again
Oh these little earthquakes
Doesnt take much to rip us into pieces
Doesnt take much to rip us into pieces

Música - Winter

Tori Amos



Snow can wait, I forgot my mittens
Wipe my nose, get my new boots on
I get a little warm in my heart when I think of winter
I put my hand in my fathers glove

I run off where the drifts get deeper
Sleeping beauty trips me with a frown
I hear a voice you must learn to stand up for yourself
Cause I cant always be around

He says when you gonna make up your mind
When you gonna love you as much as I do
When you gonna make up your mind
Cause things are gonna change so fast
All the white horses are still in bed
I tell you that Ill always want you near
You say that things change my dear

Boys get discovered as winter melts
Flowers competing for the sun
Years go by and Im here still waiting
Withering where some snowman was

Mirror mirror wheres the crystal palace
But I only can see myself
Skating around the truth who I am
But I know, dad, the ice is getting thing

When you gonna make up your mind
When you gonna love you as much as I do
When you gonna make up your mind
Cause things are gonna change so fast
All the white horses are still in bed
I tell you that Ill always want you near
You say that things change my dear

Hair is grey and the fires are burning
So many dreams on the shelf
You say I wanted you to be proud
I always wanted that myself

When you gonna make up your mind
When you gonna love you as much as I do
When you gonna make up your mind
Cause things are gona change so fast
All the white horses have gone ahead
I tell you that Ill always want you near
You say that things change my dear

Never change

All the white horses

Música - China

Tori Amos

Disco - Little Earthquakes


Foi o primeiro disco a solo de Tori Amos e viu a luz do dia em 1992. Um conjunto de poemas e músicas de enorme qualidade, onde todas as faculdades da pianista/cantautora são bem evidentes.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Já ??

Barack Obama só será investido a 20 de Janeiro, mas começam-se a ouvir as primeiras vozes criticas relativamente á nova Administração, a qual incluirá para além de Hillary Clinton, "herdeiros" de Bill Clinton, Republicanos, e nomes aplaudidos pelos denominados "neocons"...

Música - Your Blue Room

U2 e Brian Eno sob a "capa" dos Passengers

Música - North and South of The River

U2, versão de 1997

Disco - The Best of 1990-2000 & B Sides



Em 2002 os U2 lançaram o seu segundo "volume de memórias". Na edição limitada encontramos os "lados b", remisturas e "outras aventuras"...

Música - The Hands That Built America

U2, na cerimónia dos Oscares de 2003



Oh, my love, it's a long way we've come
From the freckled hills to the steel and glass canyons
From the stony fields to hanging steel from sky
From digging in our pockets for a reason not to say goodbye

These are the hands that built America
America

Last saw your face in a watercolor sky
As sea birds argue, a long goodbye
I took your kiss on the spray of the new land star
You gotta live with your dreams, don't make them so hard

And these are the hands that built America
America

Of all the promises, is this one we could keep
Of all of the dreams, is this one still out of reach

Halle, holy

It's early fall, there's a cloud on the New York skyline
Innocence dragged across a yellow line

These are the hands that built America
These are the hands that built America
America
America

Filme - Gangs de Nova Iorque


Realizado em 2002 por Martin Scorsese é um monumental filme épico, com a sua habitual beleza estética e formal, ao longo das suas mais de 2 horas e meia de duração. Ganhou mais de 30 prémios em diversos festivais, tendo sido nomeado pela Academia em 10 categorias (Realização, Filme, Actor Principal - Daniel Day Lewis, Argumento Original, Fotografia, Som, Montagem, Guarda Roupa, Direcção Artistica e Música - The Hands That Built America dos U2). América 1845, dois gangs rivais enfrentam-se (Irlandeses de um lado e Italianos do outro), em five points. "Padre" Vallon ( Liam Neeson) o lider dos Irlandeses é morto por William "Butcher" Cutting (Daniel Day Lewis). América 1863 em plena guerra civil, marca o regresso do filho de Vallon, Amsterdam (Leonardo DiCaprio) á cidade após 16 anos de "institucionalização", com o intuito de vingar a morte do pai. Aquilo que é encontra é o deboche total, a corrupção, o racismo, o suborno. Scorsese é magistral em todos os aspectos, não há nada de "politicamente correcto", nem o amor entre Amsterdam e Jenny (Cameron Diaz) uma ladra. Filme maior de um dos grandes realizadores do nosso tempo.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Música - Bicycle Race

Queen, album Jazz de 1977

Bicicletas II

Lisboa é como todos sabemos uma cidade plana (aliás a designação de "cidade das sete colinas" indica-o...), depois a tradição de andar de bicicleta em Lisboa é uma coisa que vem de longe... Em vez de se resolverem os problemas de Lisboa, gastam-se recursos com estas parvoices. Cada vez gosto mais do politicamente correcto...

Bicicletas

A Câmara de Lisboa aprovou hoje uma proposta para a criação de uma rede de bicicletas de uso partilhado que o presidente da autarquia assegura não necessitar de ratificação pela Assembleia Municipal, que já chumbou o projecto.
A oposição considera, por outro lado, que a rede de bicicletas de uso partilhado terá de ser aprovada pela Assembleia, onde os deputados do PSD exerceram há cerca de duas semanas a sua maioria absoluta para vetar a proposta.
O presidente da Câmara, António Costa, argumentou que a proposta hoje aprovada não prevê que a rede de bicicletas comporte encargos para a autarquia, motivo pelo qual não necessita de passar pela aprovação dos deputados municipais.
«Julgamos que há condições de mercado para pudermos instalar o sistema de bicicletas de uso partilhado sem custos para o Município. Não havendo encargos para o Município, não há necessidade de uma intervenção da Assembleia Municipal», afirmou António Costa na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do executivo municipal.
O autarca garantiu que o concurso para a instalação da rede «vai ser lançado já».
O vereador social-democrata Fernando Negrão descreveu a proposta como «um truque para evitar uma ida à Assembleia Municipal» e criticou a ausência de condições de segurança do projecto.
«Se tivesse sido levado em conta o elemento segurança, obrigaria à criação dessas condições de segurança e, nessa medida, a proposta deveria ir à Assembleia», defendeu.
Para a vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa, Helena Roseta, «depois do concurso, seja uma concessão ou prestação de serviços, terá sempre que ir à Assembleia Municipal».
Helena Roseta, que se desloca frequentemente de bicicleta, sublinhou que a cidade de Lisboa é «muito perigosa» para esta prática e sugeriu que os futuros utilizadores da rede tenham mais de 18 anos e a consequente «responsabilidade civil», o que foi incorporado na proposta.
O vereador comunista Ruben de Carvalho corroborou que «os argumentos em torno da proposta foram alterados no sentido de não ir à Assembleia Municipal».
Contudo, segundo Ruben de Carvalho, «o que se venha a fazer, seja uma concessão ou uma prestação de serviço, tem de ir à Assembleia Municipal».
Há cerca de duas semanas, a maioria social-democrata na Assembleia Municipal inviabilizou a abertura da contratação da rede de bicicletas partilhadas, argumentando que a proposta da Câmara de maioria PS estava «mal fundamentada».
O deputado municipal social-democrata Victor Gonçalves defendeu na altura que não houve «vontade» da Câmara em esclarecer como vai ser financiada a rede, considerando que o executivo devia explicar como pretende que o sistema seja auto-financiado e considerando «um exagero» a estimativa de encargos para a autarquia de 50 milhões de euros nos primeiros dez anos.
A rede a criar deveria funcionar com 2500 bicicletas de uso partilhado em 2012, arrancando com mil bicicletas numa fase inicial.
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Trapalhada? Deve ser impressão minha...

Casa da Música

Relatório do Tribunal de Contas aponta diversos erros, traduzidos em derrapagens de vária ordem na construção da Casa da Música. Os auditores referem que o projecto inicial não tinha o detalhe suficiente e que, por isso, obrigou a diversas alterações ao longo dos trabalhos efectuados
É um relatório de auditoria à Casa da Música muito crítico o que o Tribunal de Contas (TC) hoje divulga publicamente e ao qual o DN teve acesso. Integrado numa série de cinco auditorias a derrapagens em grandes obras públicas, o documento aponta diversos erros cometidos ao longo do projecto e da construção do edifício e que tiveram uma consequência clara: a grande obra da Porto - Capital Europeia da Cultura 2001 ficou concluída quatro anos e meio depois do previsto, com um sobrecusto de 78,2 milhões de euros.Segundo a equipa de auditoria, entre as várias falhas salientam-se a derrapagem dos custos financeiros e a prorrogação sucessiva de prazos de conclusão da obra. Segundo o relatório, "os motivos da derrapagem dos prazos ficaram, em grande parte, a dever-se a problemas e dificuldades transversais a toda a obra". Entre eles, os auditores explicam que o grau de detalhe dos documentos "não correspondia a um projecto de execução, mas antes a um projecto-base", pelo que "não tinha o detalhe suficiente para o efeito, o que levou a diversos aditamento e substituições de trabalhos e respectivos sobrecustos". O que obrigou, por exemplo, à celebração de 33 adendas ao contrato inicial.O que explica que o custo inicial previsto para a construção da Casa da Música, excluindo o valor dos terrenos, fosse de 33 milhões de euros e acabasse por custar 111,2 milhões de euros. "Já com o valor dos terrenos e as diversas alterações ao projecto", explica Paulo Sarmento e Cunha, liquidatário da Sociedade Casa da Música.Também a complexidade da obra, muito superior ao previsto no projecto de execução, contribuiu para as mudanças que tiveram como consequência "sucessivas alterações contratuais". E até os prazos estabelecidos para a conclusão do edifício estavam, segundo o TC, errados. "O prazo inicial fixado para a obra a realizar era manifestamente irreal", pode ler-se.Para Paulo Sarmento e Cunha "este é um documento muito útil e que retrata com exactidão a história da Casa da Música". Embora se fale de derrapagens "o relatório explica que houve várias alterações". Nomeadamente com a construção de parques de estacionamento, alterações ao tipo de fundações a utilizar e até ao próprio equipamento do edifícioO DN tentou ouvir o presidente da Fundação Casa da Música, José Manuel Dias da Fonseca, mas da assessoria de comunicação foi dito que "a fundação não fará comentários uma vez que se limitou a receber o edifício já concluído". Já Manuela Melo, vereadora da Cultura da Câmara do Porto em 1999, refere que "é preciso saber o que são obras a mais". E adianta que, em 1999, "nem sequer se sabia qual era o terreno onde seria construída a Casa da Música, nem qual o projecto".
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O curioso é que já ninguém se espanta...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

E de Repente Fez-se Luz...

Após um longo periodo de teimosia (para não lhe chamar outra coisa!!) O BCE percebeu que a crise era real e palavras como recessão, desemprego, falências, e outras, não existiam apenas nos compêndios de Economia e cortou num curto espaço de tempo a sua taxa de referência em 175 pontos base. A descida hoje de 75 pontos base é a maior de sempre na história da Instituição. Apesar destas descidas os rastos de conservadorismo são evidentes. A Inglaterra em menos de dois meses cortou 250 pontos base (a taxa está em 2%), o Banco Central Sueco hoje passou a sua taxa de referência de 3.75% para 2% e promete não a subir antes de 2010 (Enquanto que o Sr Trichet que quer queira, quer não, vai ter que continuar a cortar, mas já pisca o olho a uma eventual subida do preço do dinheiro no segundo semestre de 2009...). Quanto aos EUA estão com 1% de taxa de juro (aliás perceberam que a crise estava aí, numa altura em que o Sr Trichet ainda vivia noutro planeta...).

Filme - Camarate


Realizado em 2000 por Luis Filipe Rocha não é um filme "inocente" (aliás o ICAM recusou o seu financiamento numa primeira fase, tendo depois recuado). Aqui o que se retrata são os acontecimentos que levaram ao assassinato (tese do filme) de Francisco Sá Carneiro, Adelino Amaro da Costa e demais passageiros do Cessna, na noite de 4 de Dezembro de 1980. Na América, trabalhos que misturam ficção e realidade são comuns, em Portugal há ainda um longo caminho para desbravar. Como filme, este Camarate funciona perfeitamente. Maria João Luis (Luisa) é uma juiza conceituada que na posse de novas pistas tem que decidir se investiga, ou não, a fatidica noite, para tal terá que contar com o juiz Manuel Mesquita (Cândido Ferreira), um personagem dúbio e o seu pai (Felipe Ferrer). O resto é para ver com sentido crítico, ficando ao critério de cada um tirar as suas conclusões...

28 Anos Depois

Faz hoje 28 anos que o Primeiro Ministro, Francisco Sá Carneiro, o Ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa e demais passageiros morreram a bordo de um avião numa viagem entre Lisboa e o Porto. Várias teses foram levantadas ao longo do tempo, mas ainda hoje não sabemos a verdade. Algum dia a saberemos ?

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Música - Audrey´s Dance

Angelo Badalamenti, banda sonora de Twin Peaks

Música - Polish Poem

David Lynch e Chrysta Bell, banda sonora de Inland Empire



i sing this poem to you
on the other side i sing

shining
winds blow??
its far away
far away from me
i can see it there
i can see it there
the wind blows outside
and i have no breath
i breathe again
and know i’ll have to live
to forget my world is ending
i'll have to love
i hear my hearbeat
fluttering in pain
to sense something
tears are coming
to my eyes
i cry
i cry
i can not feel
the warmth of the sun
i can not hear the laughter
choking with every thought
i see your faces
my hands are tired as i reach
but no one comes
no one comes
where are you
where are you
what will make me want to live
what will make me want to love
tell me
tell me
i sing this poem
to you
to you
is this mystery unfolding
as a wind floating
something is coming true
a dream of an innocent child
something is happening
something is happening

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Animais Racionais ?

O homem é o único animal que vai dormir sem estar com sono e levanta-se quando está sonolento.

Dave Gneiser

O Melhor do Mundo


segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

1º Dezembro 1640

O dia em que voltamos a ser Portugueses...

Música - Venus in Furs

Excerto de Last Days, a música de fundo é Venus in Furs, um original de 1966 dos Velvet Underground



Shiny, shiny, shiny boots of leather
Whiplash girlchild in the dark
Clubs and bells, your servant, dont forsake him
Strike, dear mistress, and cure his heart

Downy sins of streetlight fancies
Chase the costumes she shall wear
Ermine furs adorn the imperious
Severin, severin awaits you there

I am tired, I am weary
I could sleep for a thousand years
A thousand dreams that would awake me
Different colors made of tears

Kiss the boot of shiny, shiny leather
Shiny leather in the dark
Tongue of thongs, the belt that does await you
Strike, dear mistress, and cure his heart

Severin, severin, speak so slightly
Severin, down on your bended knee
Taste the whip, in love not given lightly
Taste the whip, now plead for me

I am tired, I am weary
I could sleep for a thousand years
A thousand dreams that would awake me
Different colors made of tears

Shiny, shiny, shiny boots of leather
Whiplash girlchild in the dark
Severin, your servant comes in bells, please dont forsake him
Strike, dear mistress, and cure his heart

Música - Death to Birth

Michael Pitt, em Last Days, um original dos Pagoda (a sua banda)



From ripe
To rotten
Too real
To live

Should I lie down
Or stand up
And walk around again

My eyes finally wide open up
My eyes finally wide open shut

To find the found(fount) of sound
That hears the touch of my tears
Smells the taste of all we waste
Could feed the others
But we smother each other with the necter
And pucker the sour
A bittersweet weather

It blows through our trees
Swims through our seas
Fly's through the last gasp we left
On this earth

Ohh Ohh Ohhhhh

It's a long lonely journey
From death to birth
It's a long long lonely journey
From death to...
It's a long lonely journey
From death to birth
Oh It's a long lonely journey
From death to birth

Yeaaah...

Should I die again
Should I die around
The pounds of matter
wheeling through space
I know I'll never know
Until I come face to face
With my own
With my own
With my own
With my own cold dead face
With my own wooden case

Yeaaah...

Pucker the sour
Sugar sweet weather
Blows through our trees
Swims through our seas
Fly's through the last gasp we left
On this earth

Ohhhhhh

It's a long lonely journey
from death to birth
It's a long lonely journey
from death to birth

What should I die again
Should I tell you when
The pounds of matter
wheeling through space
I know I'll never know
Unitl I come face to face

It's a long lonely journey
from death to birth
It's a long lonely journey
from death to birth

Filme - Last Days


Realizado em 2005 por Gus Van Sant foi dedicado á memoria de Kurt Cobain. Filme profundamente intimista, é uma filmagem do desespero. Uma fotografia magistral de Harris Savides, com alternancia entre os tons exuberantes e tons terrivelmente soturnos. A camara de Van Sant é contemplativa (longos planos estáticos, onde só na aparência nada acontece), com os seus planos a não terem nada de convencional. História quase sem diálogos (o primeiro "esboço" acontece quase com 20 minutos de filme), uma notável banda sonora. A história? Acompanhamos as últimas horas de Blake (Michael Pitt), um músico incapaz de lidar com a fama, cheio de fantasmas pessoais e completamente destruido enquanto ser humano. Trabalho invulgar e incatalogável, foi nomeado para a Palma de Ouro em Cannes, onde arrecadou o Technical Grand Prize.